
Um tempo atrás eu reparava que se falava muito em Amy Winehouse.
Que ela tinha feito aquilo, deixado de fazer aquilo outro, batido em um fã, que saiu de uma clinica onde havia sido diagnosticado enfisema pulmonar, atravessado a rua e comprado um maço de cigarro.
Ou seja, transgressora total. Ouvia tudo isso mas não conhecia seu trabalho.
Fui então a batalha, como eterno pesquisador musical que sou, e comecei a procurar material sobre a cantora.
Consegui descolar um especial que ela fez pra BBC de Londres e fui assistir, e fiquei embasbacado.
Meu, a mulher canta muito. E o mais impressionante ela exala musica ao cantar, você não sente ela só cantando, você a sente dentro da música.
Alem de cantar muito, o estilo do som era diferente do que estou habituado, um estilo meio soul, meio jazz, meio Rhythm & Blues, sei lá, só sei que muito bom.
Mas enfim, a mulher canta, e não podemos crucificá-la pelo Life Style que tem. Podemos sim, lembrar que a imprensa sensacionalista Britânica é uma das mais ferrenhas que existem, e por vezes exagera muito na hora de crucificar as pessoas.
A questão aqui que deve se sobressair é a música.
Depois disso consegui seus dois discos: “Frank” de 2003 e “Back to Black” de 2008, esse último discoteca mais do que básica pra amantes na música.
Um dos meus discos de cabeceira do último ano.
Enfim ouçam Amy, talvez uma das pessoas mais incompreendidas da atualidade. Tentem entendê-la pela música. Muita coisa boa será descoberta.
Nossa....ouvir “Love is a Losing Game” levemente embriagado é de matar a pau.
O Blogger
Que ela tinha feito aquilo, deixado de fazer aquilo outro, batido em um fã, que saiu de uma clinica onde havia sido diagnosticado enfisema pulmonar, atravessado a rua e comprado um maço de cigarro.
Ou seja, transgressora total. Ouvia tudo isso mas não conhecia seu trabalho.
Fui então a batalha, como eterno pesquisador musical que sou, e comecei a procurar material sobre a cantora.
Consegui descolar um especial que ela fez pra BBC de Londres e fui assistir, e fiquei embasbacado.
Meu, a mulher canta muito. E o mais impressionante ela exala musica ao cantar, você não sente ela só cantando, você a sente dentro da música.
Alem de cantar muito, o estilo do som era diferente do que estou habituado, um estilo meio soul, meio jazz, meio Rhythm & Blues, sei lá, só sei que muito bom.
Mas enfim, a mulher canta, e não podemos crucificá-la pelo Life Style que tem. Podemos sim, lembrar que a imprensa sensacionalista Britânica é uma das mais ferrenhas que existem, e por vezes exagera muito na hora de crucificar as pessoas.
A questão aqui que deve se sobressair é a música.
Depois disso consegui seus dois discos: “Frank” de 2003 e “Back to Black” de 2008, esse último discoteca mais do que básica pra amantes na música.
Um dos meus discos de cabeceira do último ano.
Enfim ouçam Amy, talvez uma das pessoas mais incompreendidas da atualidade. Tentem entendê-la pela música. Muita coisa boa será descoberta.
Nossa....ouvir “Love is a Losing Game” levemente embriagado é de matar a pau.
O Blogger
Nenhum comentário:
Postar um comentário